Educação chilena, não está à venda? Mobilização estudantil e configuração do problema público universitário

Autores

  • Juan Pablo Paredes P Universidad Católica del Maule, Talca
  • Camila Araya Guzmán Asistente de Investigación Fondecyt Postdoctorado Nº 3170504

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2020-N57-1573

Palavras-chave:

Problema público, protestos estudantis, arenas públicas, reforma universitária, direitos educacionais.

Resumo

O propósito do artigo é descrever e compreender o processo de configuração do problema público da educação superior chilena, a partir da mobilização estudantil em defesa da educação pública, até a conformação de uma resposta política institucional limitada à ideia de gratuidade (2011-2017). Através de uma pesquisa qualitativa que conjuga diferentes procedimentos de produção de informação, e aplicando a perspectiva da sociologia dos problemas públicos, propomos como achado mais significativo a conformação de dois momentos no processo, que definem duas arenas e problemáticas diferenciadas. O momento da manifestação pública (2011-2013) associada à demanda pelo direito à educação pública gratuita, e o momento da arena técnico-institucional da gratuidade (2014-2017). Concluímos reconhecendo algum escopo sociopolítico do processo, principalmente para a mobilização estudantil e sua causa pública, a partir da comparação entre os dois momentos.

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Publicado

2020-09-15

Como Citar

Paredes P, J. P., & Araya Guzmán, C. (2020). Educação chilena, não está à venda? Mobilização estudantil e configuração do problema público universitário. Polis (Santiago), 19(57). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2020-N57-1573

Edição

Seção

Resultados de Investigación