Gênero, carreira e instituições: estereótipos, “teto de vidro” e outras implicações

Authors

  • Márcia Vanessah Pacheco Abbondanza Universidade Federal do Pampa, Santana do Livramento
  • Carolina Freddo Fleck Universidade Federal do Pampa, Santana do Livramento
  • João Gaibaldi Almeida Viana Universidade Federal do Pampa, Santana do Livramento

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2021-N58-1584

Keywords:

Desigualdade de gênero, trabalho e gênero, Thorstein Veblen, economia institucional.

Abstract

Este ensaio tem como objetivo apresentar uma proposição teórica sobre a relação que se estabelece entre Carreira e Gênero a partir da perspectiva de Thorstein Veblen na Teoria Institucional. A separação de um universo masculino versus feminino foi criada e enraizada geração após geração, carregada de preconceitos e discriminações frente ao gênero feminino, legitimando a desigualdade. O modelo teórico aqui apresentado, debate a institucionalização de carreiras feminizadas e masculinizadas.O estudo dos instintos, hábitos, formas de pensamento, sua repetição e legitimação até originar as instituições fornece uma nova perspectivapara compreender as desigualdades entre homens e mulheres desde a infância, e que, posteriormente,determinam o desenvolvimento e progressão de suas carreiras profissionais.A relação teórico-empírica realizada baseia-se em dados de gênero e trabalho no Brasil, refletindo, em especial,a realidade das carreiras deste país.

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Published

2021-01-27

How to Cite

Pacheco Abbondanza, M. V., Freddo Fleck, C., & Almeida Viana, J. G. (2021). Gênero, carreira e instituições: estereótipos, “teto de vidro” e outras implicações. Polis (Santiago), 20(58). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2021-N58-1584