Das experiências de solidariedade à politização na precariedade: mulheres migrantes e organização social em tempos de “explosão social” e pandemia

Autores

  • María Fernanda Stang Alva Centro de Investigación en Ciencias Sociales y Juventud (CISJU) Universidad Católica Silva Henríquez, Santiago, Chile

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2021-N60-1655

Palavras-chave:

Subjetivação política, lutas de migração, novas cidadanias, organização social.

Resumo

O artigo tem como objetivo descrever e refletir sobre a forma como, em face da “explosão social” chilena e da pandemia de Covid-19 no país, se implantaram experiências solidárias em rede que vinculam os migrantes, principalmente mulheres, aos atores nacionais. Tais experiências, em alguns casos, estiveram vinculadas a processos de subjetivação política desses migrantes, inclusive intensificando-os. Essas subjetivações políticas constroem um sujeito que se enuncia a partir da desigualdade de classes na formação social do capitalismo neoliberal e da desigualdade que o Estado-nação estabelece entre cidadão e não cidadão. Por isso, esses processos são potencialmente transformadores das ideias e práticas vinculadas à cidadania. A análise é feita a respeito de quatro experiências de solidariedade organizada: duas delas relacionadas com redes de ajuda a profissionais do sexo e noturnas, e outras duas que surgiram em torno de lutas por moradia, localizadas nas duas comunas do país com maior número de migrantes internacionais: Santiago e Antofagasta.

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Publicado

2021-09-07

Como Citar

Stang Alva, M. F. (2021). Das experiências de solidariedade à politização na precariedade: mulheres migrantes e organização social em tempos de “explosão social” e pandemia. Polis (Santiago), 20(60). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2021-N60-1655