"Mas a arte da juventude é resistir!”: a reorganização coletiva dos movimentos sociais de juventude rural e a criação da Plataforma de Lutas da Juventude

Autores

  • Marcos Aurélio Freire da Silva Júnior Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Joana Tereza Vaz de Moura Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Brasil

Palavras-chave:

Movimentos sociais, juventude rural, participação política, Plataforma de Luta da Juventude

Resumo

Em um cenário de crise política e desmontes de políticas públicas, impulsionados pelo veto presidencial do PL Assis de Carvalho, de apoio à agricultura familiar, e pelo desmonte do MDA, Incra e outros órgãos, os movimentos sociais de juventude do campo propuseram o chamado PL da Juventude, ou Plataforma de Lutas da Juventude, que visa agregar as novas pautas, assim como as demandas históricas da juventude rural. O presente artigo tem como objetivo analisar o processo de rearticulação e a agência dos movimentos sociais de juventude do campo, dificultado desde o golpe de 2016, através da construção do PL da Juventude, iniciado em 2021. A metodologia segue a abordagem qualitativa, onde, através de entrevistas e análise documental, analisaremos como os movimentos têm se reorganizado no campo político (partidos políticos, mandatos, IPs etc.) e unificado as pautas em torno da elaboração de um PL.

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Publicado

2023-08-29

Como Citar

Freire da Silva Júnior , M. A. ., & Vaz de Moura, J. T. (2023). "Mas a arte da juventude é resistir!”: a reorganização coletiva dos movimentos sociais de juventude rural e a criação da Plataforma de Lutas da Juventude. Polis (Santiago), 22(65), 18–64. Recuperado de https://revistas.ulagos.cl/index.php/polis/article/view/3086