Democracia, ativismo e modernidade radicalizada na América Latina

Autores

  • Marco  Aurélio Nogueira UNESP, Sao Paulo

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2014-N37-1027

Palavras-chave:

modernidade radicalizada, democracia política, individualização, ativismo, identidades, participação, sociedade civil

Resumo

O texto procura analisar três desafios impostos pela modernidade radicalizada à democracia política: a disposição participativa, as pressões identitárias e a individualização. Impulsionadas pelas mudanças trazidas pela dinâmica dessa modernização, as sociedades se fragmentam mais e suas partes (grupos, indivíduos, regiões) passam a seguir lógicas próprias – ainda que, paradoxalmente, tudo fique mais conectado. Novos sujeitos e novas formas de ativismo geram mais conflitos, mas não conseguem redirecionar o jogo político em termos emancipadores. A hiperatividade da sociedade civil ocorre mais em função da necessidade de autoexpressão que da disposição para organizar consensos. A “zona de ação política” que assim desponta é menos institucional e mais individualizada, mais flutuante e menos estruturada.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Nogueira, M. A. (2018). Democracia, ativismo e modernidade radicalizada na América Latina. Polis (Santiago), 13(37). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2014-N37-1027

Edição

Seção

Propuestas y avances de investigación