A misteriosa viagem de aprender a nadar, pensar e sentir: a educação como um processo de criação de possíveis relacionamentos
DOI:
https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2014-N37-1010Palavras-chave:
autonomia, propensão para aprender, mediação pedagógica, relacionalidadeResumo
O presente trabalho é o relato de uma experiência educativo-investigativa de cinco anos de duração, cujo foco tem-se centrado na aprendizagem da autonomia no ambiente aquático, o desenvolvimento do pensamento e a construção de uma relação afetiva. Tem-se considerado os princípios da liberdade, aprendizagem dialógica e mediação pedagógica, todos dirigidos a partir da aceitação da propensão a aprender com as crianças. A narrativa foi construída na primeira pessoa, pois o autor concorda com o mediador pedagógico da proposta. Marcos, o protagonista da aprendizagem, constrói um processo de criação de relacionamentos possíveis podem permitir-lhe viajar, misteriosamente, inter-relacionando a complexidade vital de diferentes dimensões do ser humano: o pensamento, as emoções e o movimento.