Hip Hop: Arte popular da tática cotidiana ou resistência a marginalização?

Autores

  • María  Emilia Tijoux Universidad de Chile, Santiago
  • Marisol Facuse
  • Miguel Urrutia

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N33-909

Palavras-chave:

hip hop, arte popular, cultura da rua, arte e resistência

Resumo

O artigo propõe uma apresentação de Hip Hop, no Chile, entendido como um movimento plural que pode ser pensado em termos de táticas e estratégias de resistência. Isto irá começar com uma caracterização geral desta prática, considerando suas diversas componentes da música, dança e grafite, seguida por uma descrição do seu contexto histórico e social da segregação urbana associados a emergência e estigmatização. Então, depois de uma revisão de vários estudos da história e da sociologia é abordado seu desenvolvimento em nosso país, que permite investigar suas singularidades e sua resposta à nossa história recente. Posteriormente é tratado como a questão de uma arte popular, considerando as várias dimensões em que é expressada a capacidade criativa dos autores e da comunidade do público. Por último, é discutido o potencial político do Hip Hop explorando suas possibilidades de ser entendida como uma arte de resistência que opera taticamente.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Tijoux, M. E., Facuse, M., & Urrutia, M. (2018). Hip Hop: Arte popular da tática cotidiana ou resistência a marginalização?. Polis (Santiago), 11(33). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N33-909

Edição

Seção

Propuestas y avances de investigación