A comunalidade como base para a construção de resiliência social à crise de civilização

Autores

  • Mario  Enrique Fuente Carrasco Instituto de Estudios Ambientales de la Universidad de la Sierra Juárez, Oaxaca

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N33-897

Palavras-chave:

comunalidade, resiliência, racionalidade econômica, crise

Resumo

A esteira da crise do projeto de civilização ocidental tem agravado as desigualdades sociais e alterado os processos homeostáticos da biosfera. A expropriação sutil ou violenta de territórios com alto potencial de recursos naturais é uma astúcia mais do modelo neoliberal para aliviar sua crise estrutural, como acontece contra os povos indígenas. Essas ações são extremamente perturbadores da dinâmica da organização social, e do agravamento da injustiça ambiental. No entanto, vários grupos sociais estão reformulando suas estratégias, não só para resistir, mas para construir alternativas. O ethos da comunidade (comum), -como um elemento dos povos que possui ascendência cultural da Mesoamérica- é uma estratégia intercultural indispensável para essas tarefas. A noção de resiliência social é usada como uma ferramenta analítica de tal exploração. Note-se que o grau de resiliência das comunidades estão relacionadas com a construção de processos autónomos.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Fuente Carrasco, M. E. (2018). A comunalidade como base para a construção de resiliência social à crise de civilização. Polis (Santiago), 11(33). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N33-897