Em defesa da convivência e do sujeito coletivo

Autores

  • Manuel Callahan Universidad de la Tierra Califas, San Diego

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N33-892

Palavras-chave:

autonomia, sujeito coletivo, convívio, despotismo democrático, necropolitics, aprendizagem insurgente

Resumo

Este ensaio tem-se a questão de um «novo» paradigma social, analisando o recente surgimento do Movimento EUA Ocupados (OM) como um momento provocador e inspirador da política de recomposição, mas que também narra um desenlace mais complexo do que W.E.B. Du Bois chamou de «despotismo democrático.» As mais recentes tensões políticas e «crise» econômica do norte global mostra o rompimento da hegemonia de um branco «classe média» ao lado de momentos de inspiração de convívio reconstruído. Eu sugiro que a tensão dentro de espaços de ocupação e convergência são animados por convívio que deve ser lido «politicamente», observando o surgimento de ferramentas no serviço de regeneração da comunidade. Para este fim, apresento Universidad de la Tierra Califas um projeto local em algum lugar entre a rede e pedagogias coletivo que é também um projeto de convívio estratégico e um zapatismo além Chiapas. Defendo que UT Califas envolve um sujeito coletivo, como parte de uma luta epistemológica inspirado na autonomia indígena em curso na América Latina.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Callahan, M. (2018). Em defesa da convivência e do sujeito coletivo. Polis (Santiago), 11(33). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N33-892