Arquipélagos Virtual: A Internet e seus arquivos de memórias na sociedade líquida

Autores

  • Jorge Montealegre Universidad de Santiago de Chile, Santiago

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N32-879

Palavras-chave:

nativos digitais, memória colectiva, sociedade líquida, imagens

Resumo

A filmagem em telefones celulares das manifestações em massa dos estudantes em 2011 ea gravação do terremoto-tsunami que atingiu o Chile no dia 27 de fevereiro de 2007, seguido do lançamento na internet das imagens e informações, especialmente os vídeos postados no YouTube, permite-nos uma oportunidade única de reflexão sobre a incorporação das TICs no processo de gravação das memórias. Neste caso, a referência a um “marinheiro” navega o ciberespaço se alinha com relação aos campos semânticos oferecidos pela metáfora de uma “sociedade líquida”. Neste contexto, estamos abordando o uso de uma partilha de herança, -a comunidade virtual e universal digital de imagens-, como um catálogo das memórias e pedaços de história: mensagens isoladas, compostas por os indivíduos eo coletivo, que juntos formam um arquipélago de culturas.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Montealegre, J. (2018). Arquipélagos Virtual: A Internet e seus arquivos de memórias na sociedade líquida. Polis (Santiago), 11(32). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N32-879

Edição

Seção

Propuestas y avances de investigación