Crise da representação e da agitação social. Uma aproximação da experiência atual do Chile

Autores

  • Andrea Mira

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2011-N30-811

Palavras-chave:

movimentos sociais, crise de representatividade, áreas de conflito, agitação social

Resumo

Há algum tempo o chamado modelo chileno está em xeque. As demandas da sociedade civil chilena se tornar palpável nas ruas do nosso país. O desconforto e, conseqüentemente, o protesto social, cada vez mais tem tomado força e adesão entre os quais se sentem representados na coisa mais mínima nem para o Estado nem para a classe política, gerando, como provou diferentes frentes de conflito, como ativistas ecológicos, os trabalhadores da o cobre, os estudantes secundários e universitários, professores e pessoas Mapuche entre outros, que não tenham terminado na impopularidade de largura e rejeição do atual presidente do Chile, Sebastián Piñera. No entanto, a dicotomia gerada é interessante. Enquanto que no foro interno do país um protesto histórico social de proporções acontece para a grande diferença e desigualdade, este reflete uma economia em expansão, e os indicadores macroeconômicos que mostrar a ele como o melhor da América Latina.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Mira, A. (2018). Crise da representação e da agitação social. Uma aproximação da experiência atual do Chile. Polis (Santiago), 10(30). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2011-N30-811

Edição

Seção

Lente de aproximación