Entre mobilização e institucionalização. Os dilemas dos movimentos sociais (Argentina, 2001-2010)
DOI:
https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2011-N28-762Palavras-chave:
movimentos sociais, mobilização, institucionalização, Argentina, 2001-2010Resumo
Quanto à recente mobilização da Argentina identifica-se duas fases: a pré crise de 2001 e a pós-crise. O primeira mostrou uma força destituyente excepcional, constituindo um ethos participativo. O segunda foi caracterizada pela necessidade de incorporar a dimensão da instituição da política. O objetivo deste trabalho é discutir a falsa dicotomia destituyente / instituyente que remonta à divisão entre o social eo político. A proposta é analisar o processo de mobilização e avaliar criticamente as divisões que marcaram esta beligerante dinâmica. O argumento central é que o fosso entre o social eo político -que vai além da experiência da Argentina- despojou a política de caráter instituyente, destacando o destituyente. A proposta é, então, pensado para a institucionalização como um mediador entre a sociedade civil eo sistema político para recuperar o potencial ea complexidade das organizações sociais.