Cronotopos e parusia: a identidade mítica como um projeto político

Autores

  • Gilberto Aranda Bustamante Universidad de Chile, Santiago
  • Sergio Salinas Cañas Universidad de Chile, Santiago

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2010-N27-730

Palavras-chave:

mito, identidade, memória, utopia, política

Resumo

No processo de identificação social, muitas vezes a avaliação do passado é essencial. A existência objetiva de tal avaliação levou a diferentes atores sociais, em diferentes momentos históricos, tem utilizado no passado para moldar as ideologias que sustentam os processos de identificação e, conseqüentemente, os seus próprios projetos políticos. Isto é, manifestamente mitos políticos são compostas por dois componentes básicos. Por um lado, consistem na chamada política simbólica e, por outro lado, fazem parte da memória coletiva. É por isso que os mitos são confrontados com os próprios fundamentos do projeto da modernidade, talvez a razão pela qual a ciência política é a disciplina das ciências sociais tem sido menos estudado. A Utopia andina, o Mahdi ou o décimo segundo imã, o imperador alemão escondido e dormido eo bolivarianismo são alguns do esses mitos políticos.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Aranda Bustamante, G., & Salinas Cañas, S. (2018). Cronotopos e parusia: a identidade mítica como um projeto político. Polis (Santiago), 9(27). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2010-N27-730