Alfabetização reflexiva, construção permanente do pensamento

Autores

  • María  Evelinda Santiago Jiménez Instituto Tecnológico de Puebla, Puebla
  • Misael Murillo Murillo Instituto Tecnológico de Puebla, Puebla
  • Bernardo Parra Vitorino Instituto Tecnológico de Puebla, Puebla
  • María  Eugenia Lazcano Herrero Instituto Tecnológico de Puebla, Puebla

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2010-N25-689

Palavras-chave:

aprendizagem, alfabetização, reflexão, complexidade, docente intelectual

Resumo

A função da educação é difundir as vantagens de viver em sociedades democráticas, no entanto, a diáspora dessas vantagens está articulada a interesses políticos e económicos globalizados; sua missão: anestesiar à sociedade para que observe em silêncio o desmantelamiento de seu projecto de vida. A educação tradicional não fomenta a habilidade para ler a complexidade dessa realidade democrática. Se enfoca, principalmente, em aleccionar sobre as “vantagens” da modernidade, onde a maioria tem como destino, ser massas de assalariados e uma minoria, “herdar” a elite. Este documento, propõe que para ler esta realidade, a cidadania deve ser alfabetizada para além da mera técnica que só sirva para ler, memorizar e escrever manuais; particularmente a alfabetização deve ser: reflexiva, crítica, baseada no diálogo de saberes e permanente; mas, eticamente coordenada por docentes intelectuais.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Santiago Jiménez, M. E., Murillo Murillo, M., Parra Vitorino, B., & Lazcano Herrero, M. E. (2018). Alfabetização reflexiva, construção permanente do pensamento. Polis (Santiago), 9(25). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2010-N25-689