Notas para uma educação coevolutiva (dantes de que termine o Holoceno)

Autores

  • Arturo Guillaumín Tostado Universidad Veracruzana, Xalapa

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2010-N25-679

Palavras-chave:

educação coevolutiva, desenvolvimento biosférico, autopoiesis

Resumo

Este ensaio é uma crítica à educação actual. Para isso, adopta uma visão ampla para explicar como a educação formal se converte num aliado poderoso do projecto da modernidade: o controle da natureza para conseguir o progresso humano. Processo que em século XX desemboca na actual globalização e uma educação guiada por princípios economicistas. Por outra parte, recorre-se a uma perspectiva ainda mais abarcadora (ainda que sintética) que inclui não só a história da humanidade, senão também a evolução da Terra desde faz 4,600 milhões de anos. Põe-se em evidência a pobreza da noção de desenvolvimento e dos fins actuais da educação. Exploram-se alguns conceitos como “desenvolvimento biosférico”, “simbiosis” e “autopoiesis”, com o fim de esboçar o que poderia ser uma educação coevolutiva.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Guillaumín Tostado, A. (2018). Notas para uma educação coevolutiva (dantes de que termine o Holoceno). Polis (Santiago), 9(25). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2010-N25-679