Democracia caudillista e desmovilizaciones sociais em Equador
DOI:
https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2009-N24-86Palavras-chave:
democracia, representação e representativismo políticos, hiperpresidencialismo, caudillismo, movimentos sociais, mobilizações políticas, conflito e protestoResumo
Os conflitos e reivindicações dos movimentos sociais, politicamente representables, durante a transição democrática dos 80, entram em crises com o modelo de acumulación e concentração de riqueza, inaugurado pela dominación neoliberal durante os 90, dando lugar ao ciclo de mobilizações protestarias, que agravam a a crise de todo o sistema de representação política (eleições, partidos, congresso), o que degenera num fenômeno novo: o representativismo político. O imperativo de “gobernabilidade” do protesto, a acumulação e concentração de poderes executivos, para um melhor governo econômico da política, reforçaram os poderes do hiperpresidencialismo e a formação de uma democracia caudillista, que em Equador adotou uma orientação contra-neoliberal.