Dinâmica de poder e dimensão simbólica nos conflitos do extrativismo agrário na Argentina

Autores

  • Erika Judith Barzola CIECS-CONICET-UNC; Universidad siglo 21

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2019-N54-1400

Palavras-chave:

Luta socioambiental, repertórios de resistência, linguagens de avaliação, agronegócio.

Resumo

No presente documento estamos interessados em realizar uma análise do conflito que confrontou os moradores das Malvinas Argentinas com a multinacional Monsanto, a fim de refletir sobre as dinâmicas de poder que permitem ou negam o acesso e a tomada de decisão sobre bens comuns e os territórios e na dimensão simbólica que é posta em jogo e confronta o extrativismo agrícola na Argentina. Não podemos refletir sobre esses aspectos sem considerar que o projeto moderno envolveu o exercício de um biopoder sobre a natureza e sobre corpos humanos subalternizados (Alimonda, 2011). Metodologicamente, nos encaixamos no paradigma interpretativo e desenvolvemos pesquisas qualitativas, utilizando entrevistas em profundidade e análises sociológicas do discurso. Concluímos está escrita considerando as conquistas dos vizinhos, mas também destacando a impossibilidade de se consolidar no tempo como um movimento social contra a hegemonia do sistema extrativista.

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Publicado

2019-10-07

Como Citar

Judith Barzola, E. (2019). Dinâmica de poder e dimensão simbólica nos conflitos do extrativismo agrário na Argentina. Polis (Santiago), 18(54). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2019-N54-1400

Edição

Seção

Lente de aproximación