Diagnóstico na escola como processo subjetivo: complexidade, aprendizagem e domínios de observação

Autores

  • Francisco Paiva Cornejo Universidad Austral de Chile
  • Iván Oliva Figueroa Universidad Austral de Chile

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2014-N37-1011

Palavras-chave:

diagnóstico, complexidade, subjetividade, observador

Resumo

Este artigo apresenta uma revisão crítica sobre os processos de diagnóstico de comportamento em contexto escolar, de acordo com suas dimensões de complexidade e subjetividade. Assim, o nosso foco de interpretação vincula interdisciplinariamente as Ciências da Educação em geral e a psicologia em particular, em relação com a proliferação cada vez mais extensiva de demandas de diagnóstico clínico dentro dos estabelecimentos de ensino. A partir deste alicerce, são discutidas as bases epistemológicas desses processos de diagnóstico, contrapondo-os com elementos críticos da epistemologia da complexidade, teoria da comunicação e da noção implícita do sujeito/observador na prática discursiva própria do diagnóstico clínico.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Paiva Cornejo, F., & Oliva Figueroa, I. (2018). Diagnóstico na escola como processo subjetivo: complexidade, aprendizagem e domínios de observação. Polis (Santiago), 13(37). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2014-N37-1011