Chile-Bolívia política externa na década de 50, vista a partir da região de Tarapacá. Uma abordagem a partir do diálogo entre as teorias da percepção e realismo neoclássico

Autores

  • Cristian Ovando Santana Instituto de Estudios Internacionales de la Universidad Arturo Prat, Iquique
  • Sergio González Miranda Instituto de Estudios Internacionales de la Universidad Arturo Prat, Iquique

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N32-882

Palavras-chave:

política externa, a teoria da percepção, neoclássico realismo, diplomacia

Resumo

Este artigo tem como objetivo revelar algumas chaves da política estrangeira chilena - boliviana na década de 50, visto a partir da região de Tarapacá. Para eso fizemos investigações sobre uma série de fatores que determinam os rumos das políticas externas dos dois países, a partir das teorias da percepção e do realismo neoclássico: interesses, capacidades, imagens e ideologias. A partir desses argumentos, e do rastreamento das notícias de imprensa da década, analisamos o comportamento da diplomacia chilena e boliviana e paradiplomacia no âmbito do diálogo teórico mencionado.

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Publicado

2018-07-01

Como Citar

Ovando Santana, C., & González Miranda, S. (2018). Chile-Bolívia política externa na década de 50, vista a partir da região de Tarapacá. Uma abordagem a partir do diálogo entre as teorias da percepção e realismo neoclássico. Polis (Santiago), 11(32). https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2012-N32-882

Edição

Seção

Propuestas y avances de investigación