Economia solidária, saúde mental e arte/cultura: promovendo a racionalidade política dos comuns

Autores

  • Array Array Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Porto Alegre

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2020-N57-1568

Palavras-chave:

Economia solidária, sistema de saúde mental, autonomia, racionalidade política dos comuns.

Resumo

Este texto se debruça sobre as experiências de economia solidária que, através da criação artística e cultural, se produzem no âmbito do sistema público de saúde mental. Tem o objetivo de analisar a ação desses empreendimentos, entre o Estado e a sociedade civil, mobilizando recursos para uso comum. No âmbito dos processos de reforma psiquiátrica e da adoção do associativismo e da comunalidade nos serviços de saúde mental, analisa-se, através de trabalho de campo etnográfico, práticas da rede de atenção psicossocial com a sociedade civil, que revalorizam espaços culturais e levam os cidadãos a ocuparem a cidade. Conclui-se que é ativada a racionalidade política dos comuns, pela via da autogestão cooperativa, com potencial para democratizar territórios nas cidades, gerando interações reciprocitárias.

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Referências

Publicado

2020-09-15