Corpos de mulheres, significados de gênero e limites simbólicos na grande mineração no Chile
DOI:
https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2020-N55-431Palavras-chave:
corpos de mulheres, atividades mineiras, violência simbólica, barreiras de gênero.Resumo
O artigo procura revelar as maneiras pelas quais as trabalhadoras da mineração entendem seus corpos, como uma barreira simbólica que produz segregação, discriminação e marginalização, interpretado desde as noções de violência simbólica, valência diferencial dos sexos, desigualdade de gênero, precariedade e estigma social. Desde uma metodologia qualitativa, a través da análise de 31 entrevistas com mulheres operarias e supervisoras, se interpretam e triangulam percepções sobre as trajetórias e experiências de relações de gênero na grande mineração. A corporalidade como limite e violência se manifesta na sexualização de seus corpos; juizo e subavaliação pela menor força física; repúdio, estigmatização e banalização do corpo reprodutivo; bem como nas exigências por personificar traços hegemônicos masculinos no corpo femenino para intentar impor respeito, mas sem «perder a feminidade» tradicional, causando desgaste e confronto.Downloads
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Publicado
2020-03-27
Edição
Seção
Lente de aproximación