Os pais também ficam deprimidos no pós-parto: entendendo o fenômeno a partir da voz de seus protagonistas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2018-N50-1309

Palavras-chave:

pais, sintomatologia depressiva, pós-parto

Resumo

Pesquisas internacionais mostram uma prevalência de 10,4% de depressão pós-parto paterna na população geral. No Chile o fenômeno não tem sidoestudado, por isso partimos por explorar a presença de sintomas depressivos nos pais chilenos durante o pós-parto ea peculiaridade desse fenômeno a partir da subjetividade das pessoas afectadas. Nesta pesquisa exploratória, de corte transversal e qualitativaforam realizadas entrevistas em profundidade com um subconjunto de pais que situavam-se sobre o corte da Escala de depressão pós-parto de Edimburgo e/ou o inventário de depressão de Beck, investigando os seus significados de paternidade e depressão. Entre os resultados destaca-se o não planejamento da gravidez em todos os participantes, bem como uma paternidade associada ao papel do provedor. O conceito de depressão está associado às manifestações mais extremas. Embora os pais apresentem desconforto subjetivo, eles não o identificam como uma sintomatologia depressiva, limitando assim a consulta espontânea e oportuna.

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Referências

Publicado

2018-12-10