Políticas sociais e novos governos na Argentina e no Brasil: Um olhar a partir dos programas Asignación Universal por Hijo e Bolsa Família

Autores

  • Array Array Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas - Universidad Nacional de Río Cuarto
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DOI:

https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2020-N55-1452

Palavras-chave:

políticas sociais, conflitos sociais, giro à direita, neoliberalismo.

Resumo

Os governos de Mauricio Macri na Argentina e de Michel Temer no Brasil se destacaram no cenário suamericano por causa da reivindicação das possibilidades de conciliar medidas econômicas neoliberais (típicas da década de 1990) com a continuidade de políticas sociais fortalecidas durante a onda progressista (primeira década do século XXI). Neste sentido, os dois presidentes apelaram a discursos que afirmavam sua preocupação com a questão social e as promessas para reduzir a pobreza; para esse fim, deram continuidade aos principais programas sociais da década anterior: Asignación Universal por Hijo e Bolsa Família. Centrando-se na análise dos programas sociais acima mencionados, argumenta-se que eles não só sofreram cortes orçamentais; mas também ficaram afastados de uma abordagem de direitos, e imersos em contextos de ajuste e recessão. Consequentemente, esses programas seriam considerados como políticas para conter conflitos sociais, em vez de instrumentos para melhorar a qualidade de vida de seus beneficiários.

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Publicado

2020-03-27

Edição

Seção

Resultados de Investigación